DECIMAR BIAGINI

DECIMAR BIAGINI
Advogado e Poeta Cruzaltense

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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Soneto Livre à Retrospectiva






http://www.youtube.com/watch?v=e9AOYYWAFcw

Num recomeçar de quem não cresce

Num crescer de quem não recomeça

Num lembrar de quem não esquece



Num esquecer de quem não lembra

Vi muitos ventos soprarem em círculos

Muitos círculos se dissiparem na imensidão

Muito se excluiu do meu currículo



Muito se acresceu na minha nova visão

Um ano de descobertas

Resolvendo conflitos internos



Entre pessoas erradas e certas

Entre verões e invernos

Tempestades e Maresias

Momentos tristes e ternos



Decimar Biagini, retrospectivando

Reflexão de minha amiga quanto ao ano novo

Qdo falamos de ano novo e o sentimento é somente expressar algumas palavras sem sentido, mas com a obediência de todos os anos escrever algo sobre as boas novas de um ano que vai surgir, podemos sentir o qto somos manipulados ou o qto somos realmente no auge da palavra maquinados a fazer, isso (traídos pelo nosso próprio pensamento) .....
Existe um novo ano surgindo, talvez será esse o ano em que vc possa verdadeiramente revelar seu mais intimo dos sentimentos, seja ele de bondade, maldade ou misericórdia... mas que seja revelado... que não se passe um ano ou anos a esconder o que realmente sentimos, o que realmente desejamos, o q queremos, ou sonhamos..... que a verdade seja o alicerce e os bons e nobres sentimentos os tijolos de uma construção verdadeira, de coisas sólidas... que sejam esses sentimentos de liberdade e envoltos na grandeza do que realmente se é capaz de sentir, sendo vc ser humano,refletindo o seu outro ser......
Q o mundo não obedeça a regras, a leis ou quaisquer que sejam as normas que estiverem ou que sejam estabelecidas, mas que seja obedecida uma lei universal, uma lei única, que seja estabelecido o amor, o respeito ao próximo, as opções, as cores, raças ou credos.... O que eu desejo nesse final de ano é a igualdade, liberdade e a justiça... que o mundo respire a liberdade e saiba fazer isso ...........

Fernanda Silva

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Música Desvendar - DUDEPA


http://br.youtube.com/watch?v=xUG_PPGWk2I

Não quero repetir a ingrata sina do esquecimento
Extinguirei de mim tudo o que possa lhe desagradar
Seja o puro amor impresso em cada descobrimento
Que seu nome seja escrito no caminho que vou trilhar

Sinto uma vontade irrevogável
Ser todo seu e tudo fazer por seu amor
Renunciando ao inalcançável
Contentando-me sem sentir dor (Refrão)

único objeto de meu viver
Remédio de meu frágil transparecer
Trazendo em seu amor minha guarida
Protetor de Minha Vida

Letra: Decimar Biagini
Vocais: Decimar, Paola Biagini e Eduardo Biagini Porto
Violão: Eduardo Biagini Porto

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

REFLITA NESSE NATAL, INDAGUE SEU MAIS ÌNTIMO SER!

http://br.youtube.com/watch?v=ZSrWTIe50-0

Reflita Neste Natal - Indague seu mais íntimo ser...

Me preocupo mais com a arte da pergunta do que em satisfazer a ansiedade da resposta. Ninguém gosta da dúvida, ninguém gosta de ficar inseguro. Todos gostamos da certeza, da resposta completa. No entanto, ninguém consegue sucesso intelectual, social e ate espiritual se não aprender a se esvaziar e questionar sua rigidez por meio do duvidar de si mesmo. Uma pessoa auto-suficiente engessa sua inteligência, permanece numa mesmice sem fim, portanto não se contente com um presente de Natal, pergunte qual o sentido do Natal? E aquele menino que nos indagava por meio de parábolas, o que ele desejaria de presente em seu nascimento? O que você tem para oferecer? Pois vos digo: Comece com amor, ofereça seu amor e estará livre para voar...

Decimar Biagini

Desejos de Natal para um menino engravatado




Uma noite festiva ele sorria
Encantado na expectativa
Dos presentes que abriria
O menino de alma viva!

Logo no primeiro pacote
Embrulhado com carinho
Abriu e logo viu sua sorte
Uma gravata em seu caminho!

De sorriso enternecido
Agradeceu ao céu
E satisfez-se, esquecido

Outros presentes e festejos
Mas a gravata
Ficou amarrada a seus desejos


não me conformo com essa gravata, baby!
Bj!
Te adoro, inspiratura!


Escrito por: Anorkinda (Neide)

sábado, 20 de dezembro de 2008

SONETO LIVRE AO DESVENDAR

http://www.youtube.com/watch?v=43jjhj8qeEI


Soneto Livre ao Desvendar

Não quero repetir a ingrata sina do esquecimento
Extinguirei de mim tudo o que possa lhe desagradar
Seja o puro amor impresso em cada descobrimento
Que seu nome seja escrito no caminho que vou trilhar

Sinto uma vontade irrevogável
Ser todo seu e tudo fazer por seu amor
Renunciando ao inalcançável
Contentando-me sem sentir dor

Por único objeto de meu viver
Protetor de minha vida
Remédio de meu frágil transparecer

Minha felicidade que permanecia escondida
Revelando-me ao lhe conhecer
Trazendo em seu amor minha doce guarida


Decimar Biagini

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Soneto Livre às Baladas Livres


http://www.youtube.com/watch?v=wWowgjln23M

Soneto Livre às Baladas Livres

Tudo é pura energia numa balada animada
Atração, rejeição, locomoção, fricção, interação
Nada se mantém estável numa louca madrugada
O que importa é não ser morno, é buscar a emoção

A mesma energia que impregna num ambiente
É refletida em cada olhar, em cada dança
Uma mulher só no mexer o cabelo se torna atraente
Um homem observador num local destes nunca se cansa

Uma boa balada independe da companhia
Pois como já disse em outros poemas
Já sai comigo mesmo por pura fantasia

Uns saem de casa para esquecer seus problemas
Outros simplesmente por que não sabem dizer não
E ainda, tem os que fazem as noites se tornarem pequenas

Decimar Biagini, 19 de outubro

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Soneto Livre à Fuga Assistida



Se um dia eu voltar a me perder
Que seja com você
Se um dia eu vier a envelhecer
Que seja com você

Num fugir insuportável
Não pude retornar
Em busca do intocável
Estraguei meu amar

Resta voltar para seus braços
Me despindo do que não quero ter
Arrependido de confusões e embaraços

Mas não é que enquanto estava fugindo
Olhando na trilha de meu enlouquecer
Vi suas pegadas me seguindo 

Decimar Biagini

Resposta a quem aprecia Sonetos Livres e Poemas meus


Obrigado Colega

São poemas singelos

Sonetos sem regra

Reflexões e Conflitos

Viagens a mil léguas

Relatos e confissões

Do que se oculta sobre névoas

Não tenho muitas ambições

Também busco neles uma trégua

Para as mágoas e decepções


Decimar Biagini, Respondendo por meio de rimas...

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Soneto Livre ao Doce Poeta

http://www.youtube.com/watch?v=KFRe6660rV8
Soneto Livre ao Poeta

Ao abrir esta porta as pupilas se contraem com a claridade
Sentindo-se adormecido o sentido ainda não sabia seu nome
Revendo momentos, lembrando tormentos
Bom mesmo seria acordar sem dano nem dor

Dos desgostos e ilusões surge um caminho de regresso
Desventuras servem senão como degraus
E como o retorno tranquilo das águas após a onda
Mansamente a crença no amor reaparece na superfície

Onde mesmo o amor estava?
Suaves sinais caem sem rumo
Logo o tempo e o amor enovelam seu destino

Surge a faceta ideal do amor
A liberdade enaltece nobres emoções
E extingue a desesperança e a dor

Anna Polak

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Soneto Livre ao Alvorecer



Vejo além na manhã que se inicia
O sol trazendo a renovação da vida
O sonhar materializado em profecia
Teu olhar a me trazer paz e guarida

Em busca de novos horizontes
Nossos rumos se cruzaram
Por trás de belos montes
Cigarras e cupidos cantaram

Olhar atento de um novo casal
Que tudo observava
Em um sentir sem igual

E lá contemplávamos tudo, eu e você
Num desejo que transcende o carnal
Num beliscar de quem quase não crê

Decimar Biagini

domingo, 14 de dezembro de 2008

Soneto Livre ao Ciúme


Soneto Livre ao Ciúme

Peço todos os dias para que perca minha malícia, minha fraqueza
Não quero me defender dessa forma torpe e primitiva
O ciúme nada mais é do que a insegurança frente à estranheza
Pois não quero ser lembrado como um ser que só te priva

Torço para que um raio de luz me cure da cegueira
Que possa relaxar e apreciar o inesperado
Sem sufocar-te causando-te angústia e canseira
Espero ao final desse soneto já ter superado

Como num desabafo de quem não se conhece
Revelando-se em cada palavra derramada
Pois quem apanha da vida jamais esquece

Depois de uma sofrível etapa superada
Deixarei meu primitivo que nessa hora padece
Pois o amor na insegurança não vale nada

Decimar Biagini

sábado, 13 de dezembro de 2008

Soneto Livre à Retomada





Ela não aguenta mais o silêncio
Acha que seu coração perdeu o compasso
Não gosta do meu jeito arredio
Já não sei mais o que eu faço

Se me oculto ela acha que estou de mau humor
Se me revelo mexo com seu coração
Não quero mais que ela sinta dor
Mas não posso colocar água fria nessa emoção

Quantas vezes fugi como lebre
Buscando uma nova canção
Não quero que ela sinta essa febre

De quem é abandonada por minha indecisão
Antes que nosso amor se quebre
Acho melhor retomarmos as mãos


Decimar Biagini

http://www.youtube.com/watch?v=5I4m_UIU_3M Assista o vídeo clicando no link

Soneto Livre ao Leito Livre



O barulho da madeira frouxa
Minhas mãos deixando-na roxa
As horas correndo
O suor escorrendo

Tudo parecia cair
A casa indo abaixo
Nossa energia num explodir
de fêmea de Macho

Nesses versos que fiz
Em cada letra que encaixo
Lembro do quanto me fez feliz

Digo isso sem embaraço
Pois feliz é aquele que diz
Que encontrou seu outro pedaço

Decimar Biagini

Qualquer semelhança com o real pode não ser mera coincidência...
video

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Descarrego por um país livre




Não é fazer catarse
Mas vou descarregar
Assusta-me uma imagem
Acho que vou chorar

É a de uma nação morta
Por bancos gananciosos
Isso pouco importa
São só juros perto dos impostos

Maldita CPMF 
maquiada de IOF
Uma pena que o povo esquece
Ao tomar cachaça na quermece

Sonho com uma imagem soberana
Uma política que não engana
Gente tratada como gente
Num país que possa ir para frente

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Um conto que não chegou ao ponto

Um conto que não chegou ao ponto
Ele viveu cinco anos metido nos bancos da universidade, nas mesas de sinuca, nas pistas esfumaçadas dos inferninhos, nos corpos rijos das mulheres que amaciavam a sua fúria libidinosa, nos botecos imundos onde transformava cerveja em água. Muitas mulheres chegaram até ele, reivindicando o posto de escolhidas, mas nenhuma mulher roubou o coração como ....

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Relatos Livres




Ontem resolvi sair comigo mesmo
Mas como sempre, meus amigos não deixaram
Adoro sair a esmo
As coisas boas, são as que não se planejaram

Fora o trivial no meu final de semana
O engraçado foi ligar para alguém que estava de pijama
É aí que minha imaginação me engana
Imaginando você sozinha em sua cama...

Decimar Biagini

domingo, 7 de dezembro de 2008

Soneto Livre às Projeções e Escolhas

http://www.youtube.com/watch?v=rt2jm3hkonI

Soneto Livre às Projeções e Escolhas

Você deseja tantas coisas incríveis
Já pensou se está a altura delas?
Algumas projeções parecem possíveis
Mas depois de suas, como cuidá-las?

Tome cuidado com os caminhos vazios
Com suas escapadas e seus desvios
Entre desvarios e loucuras poderá se perder
Pois as paixões doentias levam ao padecer

Mas não prive seu coração de alegrias
Eu não desejo isso para mim nem para você
Também não encontrará felicidades em orgias

Essa forma vazia de buscar o amor não deve prevalecer
Os caminhos são tão cruzados mas é você que os vai escolher
Siga seus instintos mais afastados e a luz no túnel vai aparecer

Decimar Biagini

sábado, 6 de dezembro de 2008

Conto - Garrido, o Mendigo Atrevido

Garrido era um mendigo atrevido, mal ganhava um trocado e já esparramava pelo balcão, pedindo da melhor cerveja e reclamando da demora no preparo de seu cahorro quente.
O melhor de tudo é que o dono do boteco, sempre perguntava:
- Embrulho para levar?
Garrido, como que num repertório infindável, sempre tinha uma resposta quentinha na ponta da língua..
Dentre muitas, a que mais se destacou:
Claro que sim "né", por acaso tenho cara de chinelo para comer nessa espelunca! 

Conto, Autor: Decimar Biagini

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Derramar Livremente em Busca de Minha Verdade


É verdade que não se pode aprender nada de novo até que se deseje.
Mas estou sempre em prontidão, derramando-me posso me surpreender com a quantidade de energia solicitada em cada letra, no início, por essa mudança.
Como resultado, encontro com facilidade novas maneiras de adiar meus esforços, indefinidamente.
O derramar se encarrega do pensamento livre, cada resposta minha ao ambiente virtual e cada ação que executo (ou não) são impulsionadas por um "replay", uma decisão na resposta de um "scrap" de um tópico, escolho, ou respondo no ato, no improviso. 
Os aspectos mais importantes para me controlar é o meu descontrole, meu devaneio, minha alucinação, minha vontade, minha motivação e minha atitude.
Derramando-me fico vulnerável, identificam meus medos e fraquezas, mas conquisto aquele algo em comum, na busca de amigos verdadeiros.
Estou disposto a mudar de direção a qualquer momento, as letras derramadas são o melhor caminho para meu "Nirvana".

Decimar da Silvei

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Parábola do Louco

Não entendam o que eu digo, digam o que eu entendo, e já não serão mais vocês...
Boa noite...

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Acróstico Gravata


Ganhei uma gravata
Riram de mim pelo formalismo
Assumi uma postura chata
Vaidade e um pouco de cinismo
Adoro parecer gente sensata
Talvez pelo meu louco gauchismo
A uso como forma chimanga ou maragata

ACRÓSTICO SINTONIA JUVENIL


SINTONIA JUVENIL

Sinto que perdi
Indigamente minha sintonia juvenil
Não sei se aprendi
Tomando na cabeça de moro arredio
Ouço meu silêncio e silencio o que menti
Nada pior que a mentira e seu calafrio
Impetuosamente gosto do que omiti
Assim vou te enganando num aparente vazio

Jovem, não sou mais
Ultimamente não sei se sou rapaz
Vi muito jovem morrer falando jamais
Enfim, repetiu-se num tanto fez tanto faz
Nada sei sobre a velhice e sobre o que jaz
Intimamente, sou uma transição entre guerra e paz
Luto com o passado, mas sei que não voltarei atrás
Decimar Biagini

Triste Sina de Uma Segunda Morna

Triste Sina de Uma Segunda Morna

O que fazer da segunda feira?
O que fazer na segunda feira?
O que fazer nessa cadeira?
O que fazer sem brincadeira?
O que devo mandar para lixeira?

Ainda bem que está passando
O sol se foi e minha mágoa foi levando
Amanhã novo dia estará raiando
Quem sabe arrumo um novo jeito de ir amando
Sem aquele jeito de ir me machucando

A bateria do meu celular se foi
Carregá-la está fora de cogitação
Pois ninguém liga para dizer oi
Depois que alguém pisoteou seu coração

Só espero pelo amanhã
Amanhã será diferente
Minha ferida ficará sã
Tudo mudará de repente
A inconstância tornou-se minha fã
Mas e hoje? Dormirei novamente

Decimar Biagini

Assista:
http://www.youtube.com/watch?v=PDdllFGI6wA

Qual tema nos poemas mais te atrai?