DECIMAR BIAGINI

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Advogado e Poeta Cruzaltense

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domingo, 3 de outubro de 2010

A VELHA E A NOVA ORDEM

Peregrino por linhas versadas
Feitas e desfeitas como sonho
E no vazio dessas caminhadas
Somente a leitura é o que proponho

As vezes a vista latejante e cansada
Percorre poemas, como folhas de outono
Wasil, FT, Igor, Drumond e Dhenova
Então me identifico como se fosse dono

Sedento de mútua troca de existência
Observo Lena, Vênus, Helenice e Dalmo
Além da professora Juleni e sua experiência
E então me deito, ao ler Celso me acalmo

Nos Andrés e seus invernos existenciais
Rilho os dentes como na leitura do salmo
Fulvos raios, amplos e serenos mananciais
Que encontrei na comuna balcão e nop


Se desse olhar lúgubre e profundo
Alguma coisa colher e semear como mote
Sairei insano e sem vaidade desse mundo
E então poderei ter um eternizar pós-morte


Talvez eu ofenda o desejo de outros
Não é desprezo, e sim falta de memória
Leio todos, dos mais simples aos mais doutos
Pois o que prezo no poeta é a sua história

Decimar Biagini

2 comentários:

A.Yunes disse...

Sempre a homenagem mais bela... tu és especial, meu amigo, inspirador nato, irmão de letras, companheiro de abrigo... teus versos sempre emocionam... a poetisa que um dia viveu em mim agradece muito... e embora o orkut não mais me pertença, os amigos verdadeiros estou levando aqui, dentro do peito, mesmo que em silêncio...

fica o convite

http://aiunes.blogspot.com/

beijo grande, querido.

Decimar Biagini disse...

Encantado fico...

Qual tema nos poemas mais te atrai?