Percorremos sonetos, textos e poemas
Com os mesmos olhos atarefados
Surgem acrósticos e poesias pequenas
E no fim, os corações parecem cansados
É quando o verso precisa de inspiratura
É quando o poeta sai a tua procura
Encontra-te nos sonhos não concretizados
E leva-te pela mão até a infinita altura
Musa das quatro estações, floco de espuma
Fostes feita de emoções, que até hoje perduram
Completude poética de ternura e magia
Embora o verso mude, tu és pura idolatria
Fiz de ti o melhor que pude, na forja da poesia
E agora vou dormir, a sonhar com nosso novo dia
Decimar Biagini
A Arte não se explica
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A Arte não se explica, pelo poeta consciencial Decimar
Todo mundo sabe quando a beleza aparece no olhar
mesmo sem saber direito o que é arte pra explicar
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Há 5 semanas
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