DECIMAR BIAGINI

DECIMAR BIAGINI
Advogado e Poeta Cruzaltense

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sexta-feira, 13 de março de 2026

A Arte não se explica

A Arte não se explica, pelo poeta consciencial Decimar 

Todo mundo sabe quando a beleza aparece no olhar
mesmo sem saber direito o que é arte pra explicar

Um quadro, um canto, uma pedra que aprende a respirar
Um quadro, um canto, um mantra que aprende a respirar
e o coração entende antes da mente perguntar

A gente olha em silêncio, sem precisar provar
A gente sai sem pedir licença, e chega sem se apresentar
tem algo maior no mundo quando nasce aquilo que chamam de arte

Cultura é memória que o povo aprende a carregar
sonhos e crenças que o tempo insiste em guardar

Entre tudo que nasce das mãos do humano por aqui
Há obras que parecem dizer que o infinito passou ali.

Então tire o chapéu quando a beleza te encontrar
porque quando o humano toca o eterno… até o silêncio vai cantar

E quer saber
este teu corpo possível 
é a maior obra prima visível
que Deus podia fazer

Avante.... Contempla... Paz profunda...


Éden

Éden Dentro do Peito, pelo poeta consciencial Decimar 

Sopra, zéfiro, sopra devagar
pelos jardins do meu respirar
traz do oeste um sopro de luz
algo antigo que me conduz

Sopra nas folhas do coração
desata nós da recordação
como quem chama o ser a lembrar
que a alma nasceu para respirar

Caminhei por desertos sem voz
procurando um jardim fora de nós
mas o vento tocou meu peito
e mostrou um caminho secreto

Entre costelas, silêncio e dor
havia sementes de um mundo melhor
e uma porta antiga se abriu
quando o sopro do céu me ouviu

E o vento dizia baixinho assim
teu paraíso não teve fim

Gratidão, gratidão
é um templo dentro do coração
portas abertas para o divino
jardim eterno do meu destino

Gratidão, gratidão
é o Éden dentro do peito, irmão
quando o espírito aprende a ver
o céu começa a florescer

Zéfiro dança no meu olhar
como quem veio para lembrar
que cada gesto simples de amor
é uma coluna desse interior

Cada perdão que o peito dá
é uma estrela a se levantar
cada suspiro que diz amém
faz nascer um jardim também

Sopra, sopra vento do oeste
abre o templo que em mim se tece
sopra, sopra doce sinal
meu coração é o jardim imortal

Gratidão, gratidão
é um templo dentro do coração
onde o vento de Deus conduz
o ser humano de volta à luz

Gratidão, gratidão
é o Éden dentro do peito então
quando a alma aprende a sentir
o paraíso começa a florir

Sopra zéfiro devagar
o Éden voltou a respirar.

domingo, 8 de março de 2026

Enfim, tudo é grenal

Enfim, tudo é grenal, Crônica esportiva do poeta Cruzaltense Decimar

Enfim, tudo é grenal, pois este não foi tão breve, como a efêmera modinha ou escândalo da política atual, pareceu mais com as guerras por aí.
Lembrei de Paulo Santana, que diria com sua solenidade barulhenta: “Clássico não se joga, se ganha!” E, se não ganha, pelo menos se reclama com convicção científica, tem tese que vai durar semanas do lado choroso. Mas o certo é que teve a carreata, os fogos, os nemes de distorções de imagens mais importantes como aplauso da torcida da casa ao vencedor.
Porque o grenal é isso: uma mistura de batalha medieval com churrasco de família. Todo mundo briga, todo mundo provoca, mas na segunda-feira o assunto domina o café, o elevador, a escola, a fruteira (morango do amor em falta pelo dia da mulher e pelo ranço natural de alguns sumidos) o escritório e até a padaria. No açougue?... bom, é melhor conhecer o açougueiro, pois o homem afia a faca todo dia. O grupo do zap, bom, ele parece silencioso, mas nestes dias silenciosos que se ouve o grito aquidistante dos verdadeiros amigos... 

segunda-feira, 2 de março de 2026

Espada Azul Sobre A Terra

https://youtube.com/shorts/GHhKx2ksC1Q?si=6dxhGQN9ZjotsxwsESPADA AZUL SOBRE A TERRA

No coração das Missões teu nome ressoa
Arcanjo de luz que a aurora entoa
E a memória antiga desperta e perdoa

Kharmas gravados na carne do tempo
São folhas que caem no teu firmamento
A raiz da violência perde o alimento
Quando tua lâmina toca o fundamento

Nos campos onde o Oriente chora
A pólvora grita e o sangue implora
Teu raio silencia a sombra que devora
E chama homens de bem como nova flora

Nas veias do mundo cansado de guerra

Azul que gira no sopro do céu
Azul que rompe o antigo véu
Azul que sela destino fiel
Azul que escreve outro papel

Ó São Miguel Arcanjo caminha aqui
Cura o passado que ronda a psicosfera
Protege além da aldeia do coração de guri
E sopra em regeneração a prometida era

Espada Azul guarda o povo
E faz da Terra um tempo novo


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