Vejo além, muito além do rumor da leitura
Uma inquietude larga que o verso propaga
É a alma do escriba que escreve na lonjura
Que o DNA não apaga, incutido na rima amarga
.
Algo de estranho corre por trás daquela escrita
Ora ele ilumina os vales, as estradas e as casas
Ora ele fulmina com chalés, paisagens e lindas matas
Incendiando a alma do leitor, culmina em brasas
.
Mas pensando bem não é nada muito estranho
Somos poetas e quantas almas nós temos
Deixá-las falar em profusão é o que devemos
.
Não nos prendamos em conceitos tacanhos
Soltemos a língua das tantas letras que gritam
Aliviemos em versos a exaustão da alma aflita
.
Decimar Biagini e Lena Ferreira2401/2010
Espada Azul Sobre A Terra
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https://youtube.com/shorts/GHhKx2ksC1Q?si=6dxhGQN9ZjotsxwsESPADA AZUL SOBRE
A TERRA
No coração das Missões teu nome ressoa
Arcanjo de luz que a aurora ento...
Há 21 horas
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