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domingo, 30 de novembro de 2008
Soneto Livre ao Magoar

Soneto Livre ao Magoar
Como sou tolo
Murchei uma flor
Amassei-na com rolo
O arrependimento é dor
Minha sorte é que lá existe um jardim
Em breve nascerá outra flor na mesma roseira
Mas o esperar vai trazendo angústia sem fim
Tudo por meu jeito louco de fazer besteira
Esperarei então,
fingindo que nada aconteceu?
Pedirei perdão?
Esta hora o orgulho já se estabeleceu
Mas, pensando bem, não posso conviver com rejeição
Acho que algo de mim hoje se perdeu
Decimar Biagini
Assista no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=qpHaXSImbOo
sábado, 29 de novembro de 2008
Soneto Livre ao Final de Semana Livre

Chega o final de semana
Hora de largar tudo para o alto
Para que a gente se engana
Se o melhor mesmo é dar um salto?
É quando decidimos pular daquele penhasco
Num vôo livre, de mãos dadas e sem medo
Nada melhor que fugirmos sem deixar rastro
Numa fazenda, numa praia ou num vinhedo
Coisa boa quando somos nós
Desbravando novos mares
Como Alice no mundo mágico de ós
Seguindo nosso instinto conhecendo lugares
Depois das viagens bate o cansaço
Aí é hora de sentirmos o doce voltar para nossos lares
Decimar Biagini
Assista o vídeo-soneto : http://br.youtube.com/watch?v=xZ0TqOocUEw
Soneto Livre ao Vestir Livre
http://www.youtube.com/watch?v=QskC4fLQUs4 (Clique e assista no youtube)
O Dia está cada vez mais quente
É só que o povo fala pelas ruas
O ser humano nunca está contente
Reclama até das pessoas nuas
Lindas roupas que se encurtam
Afrontando todo tipo de olhar
Não é só o modismo que cultuam
Mas também uma forma de se amar
Tem que ter muita coragem
Coragem para encarar
Tem pessoa que é miragem
Tem pessoa que é melhor disparar
Entre agressões e encanto pela imagem
O bom do verão é apenas o admirar
Decimar Biagini, olhando o verão pela janela do seu escritório
O Dia está cada vez mais quente
É só que o povo fala pelas ruas
O ser humano nunca está contente
Reclama até das pessoas nuas
Lindas roupas que se encurtam
Afrontando todo tipo de olhar
Não é só o modismo que cultuam
Mas também uma forma de se amar
Tem que ter muita coragem
Coragem para encarar
Tem pessoa que é miragem
Tem pessoa que é melhor disparar
Entre agressões e encanto pela imagem
O bom do verão é apenas o admirar
Decimar Biagini, olhando o verão pela janela do seu escritório
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Soneto Livre ao Poeta Atarefado
Soneto Livre ao Poeta Atarefado
Não falta-me inspiração
Falta-me aquele tempo
Não falta-me a emoção
Só espero um momento
Não desejo mudar o coração
Nem o mundo que me cerca
Apenas acomodei a imaginação
Com uma nova janela aberta
O Poeta não vai morrer
As páginas ainda viro
No prazer de ler e viver
Com arco e flecha ainda miro
no amor que desejo ter
Desse cenário eu não me retiro
Decimar Biagini
Não falta-me inspiração
Falta-me aquele tempo
Não falta-me a emoção
Só espero um momento
Não desejo mudar o coração
Nem o mundo que me cerca
Apenas acomodei a imaginação
Com uma nova janela aberta
O Poeta não vai morrer
As páginas ainda viro
No prazer de ler e viver
Com arco e flecha ainda miro
no amor que desejo ter
Desse cenário eu não me retiro
Decimar Biagini
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Soneto Livre aos Sonetistas Livres
Nossa senhora aparecida
Quanta gente boa sonetando
Não tem coisa melhor na vida
Que ver soneto se libertando
Que derramem sentimentos
Com seus vastos vocabulários
Que possam colher lindos lírios
Mesmo em campos adversários
Pode ser em homenagem aos filhos
Pois são os sonetos utensílios
Que nos trazem sentimentos vários
Que libertem-se nas suas viagens
Navegando para dentro de nós
Ou simplesmente em vôos livres
Decimar Biagini, após ficar encantado com a libertação de Sacharuk e Anorkinda.
domingo, 23 de novembro de 2008
Soneto do Amor

Chega de fugir
Para que nos enganarmos
Não sabemos fingir
Tudo conspira para amarmos
Nesse soneto que faço
Num papel higiênico
Enquanto molha o seu cansaço
Meu natural briga com o cênico
Digo isso pois perdi o roteiro
Aquele que escrevi você rasgou
Pois lá não tinha seu olhar, seu cheiro
O amor hoje tem nome
Tem voz, tem endereço
Me faz sentir fome após o recomeço
Mais: http://decimarbiagini.blogspot.com
Assista esse soneto no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=WQkzpqa6_nA
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
SONETO LIVRE AO CASTELO INVADIDO
Soneto Livre ao Castelo Invadido
Quando chego é sempre um recomeçar
O meu medo é não mais chegar
No seu castelo sinto-me protegido
Sou apenas um plebeu, mas com você sou ungido
Ás vezes o fosso se alarga
Luto com jacarés e piranhas
Implorar pela ponte elevadiça
É a sina de um invasor cheio de manhas
De sorte que suas defesas se abrem
Coisas de quem cede à conquista
Antes que os dias se acabem
O medo da solidão é recíproco
Acostumados com as leis de nosso reinado
Abrimos mão de autosuficiência por uma paixão louca
Decimar Biagini
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Deletando o Hoje
Recebas o carinho que te ofereço
O outrem foi repleto de momentos plenos
O Hoje vem com reservas no começo
Já o amanhã encoberto, este não saberemos
Colocaremos o amanhã no ontem para ver o que que dá
Deixaremos que nossos caminhos nos apontem
De repente o hoje simplesmente não existirá
Ao findar desse nublado e chuviscado dia
Em que tudo parece trovejante
Esperaremos pela repetição daquela harmonia
E aí tudo será como era antes
Decimar Biagini, num dia nublado
O outrem foi repleto de momentos plenos
O Hoje vem com reservas no começo
Já o amanhã encoberto, este não saberemos
Colocaremos o amanhã no ontem para ver o que que dá
Deixaremos que nossos caminhos nos apontem
De repente o hoje simplesmente não existirá
Ao findar desse nublado e chuviscado dia
Em que tudo parece trovejante
Esperaremos pela repetição daquela harmonia
E aí tudo será como era antes
Decimar Biagini, num dia nublado
Assistir no youtube: http://br.youtube.com/watch?v=u6kE0ov3_XM
terça-feira, 18 de novembro de 2008
A Árvore de tua vida, ou a vida de tua árvore?
A Árvore de tua vida, ou a vida de tua árvore?
Não adianta ir cortando cada raminho ou pastinho que encontras
Tente olhar o todo, quanta erva daninha, quanta coisa te atormenta
Seu tronco já foi tão forte, o que fez com seus galhos, suas pontas?
Seu amor não é uma arma, não é um brinquedo, é uma ferramenta
Lembres de quantos amores já gravaram seu nome em tua casca
Mas lembres que nem sempre o fizeram nos dois lados do tronco
Talvez não tivessem a oportunidade, é então que o amor se afasta
Mas galho sobre galho erguestes tua angústia, rumo ao teu encontro
Hoje nesses versos percorro a essência de tua seiva escondida
Só quero que não deixes que as raposas a tornem oca
Pois sem que não projetastes para ti um vazio na tua vida
Lembre que tu vives num arvoredo e que a iluminação é pouca
Por isso, teu silêncio externo não diz nada, mas trazes raíz ferida
Não traz o amor senão o amor em teus frutos, então tenhas forças
Decimar Biagini
Não adianta ir cortando cada raminho ou pastinho que encontras
Tente olhar o todo, quanta erva daninha, quanta coisa te atormenta
Seu tronco já foi tão forte, o que fez com seus galhos, suas pontas?
Seu amor não é uma arma, não é um brinquedo, é uma ferramenta
Lembres de quantos amores já gravaram seu nome em tua casca
Mas lembres que nem sempre o fizeram nos dois lados do tronco
Talvez não tivessem a oportunidade, é então que o amor se afasta
Mas galho sobre galho erguestes tua angústia, rumo ao teu encontro
Hoje nesses versos percorro a essência de tua seiva escondida
Só quero que não deixes que as raposas a tornem oca
Pois sem que não projetastes para ti um vazio na tua vida
Lembre que tu vives num arvoredo e que a iluminação é pouca
Por isso, teu silêncio externo não diz nada, mas trazes raíz ferida
Não traz o amor senão o amor em teus frutos, então tenhas forças
Decimar Biagini
Assista no youtube: http://br.youtube.com/watch?v=UExpxsv76OY
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Soneto Livre à Aceitação Livre
http://www.youtube.com/watch?v=JE5c46mV8QU
Quando opto por mostrar minha sinceridade
Sinto que não há dor maior que a verdade
Não te desesperes, com a minha realidade
Aqui já não verás um ser sem sua metade
Queria ser manso e humilde de coração
Mas nunca fui muito exemplar em virtudes
Sou pura tempestade, sou mar em rebentação
Só espero que depois disso também mudes
Espero ainda que não te enganes com meras palavras
Não acredite mais em seres pela metade
Antes, te desapegues do amor que te enganavas
Não te deixes mais levar pela lembrança que te invade
Espero que possas aprender com novas mágoas
Por fim, continues acreditando no amor, pois nunca é tarde
Decimar Biagini
Quando opto por mostrar minha sinceridade
Sinto que não há dor maior que a verdade
Não te desesperes, com a minha realidade
Aqui já não verás um ser sem sua metade
Queria ser manso e humilde de coração
Mas nunca fui muito exemplar em virtudes
Sou pura tempestade, sou mar em rebentação
Só espero que depois disso também mudes
Espero ainda que não te enganes com meras palavras
Não acredite mais em seres pela metade
Antes, te desapegues do amor que te enganavas
Não te deixes mais levar pela lembrança que te invade
Espero que possas aprender com novas mágoas
Por fim, continues acreditando no amor, pois nunca é tarde
Decimar Biagini
domingo, 16 de novembro de 2008
Soneto Livre às Lembranças Prisioneiras
http://www.youtube.com/watch?v=zP6R0pzJcHU
Soneto Livre às Lembranças Prisioneiras
Eu quisera ser sempre alegre, mas o crescimento está no triste
Porém ante teu lindo sorriso, minha tristeza se desfaz por instantes
Não gosto de falar nisso, como se esvai o fumo na brasa que existe
e se desfaz as pegadas do viajante no deserto, após as tempestades
Dois sangues jorrados no mesmo rio
Eis que a àgua se espalha,
me deixando num grande vazio
Resta teu sorriso e choro, naquela batalha
Somos ambos de noite densa
entre lanternas e faróis
Relatos de momentos tensos
Confissões abaixo dos lençois
Na grama ou na lona, somos propensos
A buscar o que fugiu de nós
Decimar Biagini
Soneto Livre às Lembranças Prisioneiras
Eu quisera ser sempre alegre, mas o crescimento está no triste
Porém ante teu lindo sorriso, minha tristeza se desfaz por instantes
Não gosto de falar nisso, como se esvai o fumo na brasa que existe
e se desfaz as pegadas do viajante no deserto, após as tempestades
Dois sangues jorrados no mesmo rio
Eis que a àgua se espalha,
me deixando num grande vazio
Resta teu sorriso e choro, naquela batalha
Somos ambos de noite densa
entre lanternas e faróis
Relatos de momentos tensos
Confissões abaixo dos lençois
Na grama ou na lona, somos propensos
A buscar o que fugiu de nós
Decimar Biagini
sábado, 15 de novembro de 2008
Soneto Livre às Noites de Verão
http://www.youtube.com/watch?v=Vdw6afvYzx0
Soneto Livre às Noites de Verão
Uma resposta ao organismo
à agressão que sofri
São tantas as agressões
Que a ressaca não percebi
Quero parar com isso
Mas a resposta é inevitável
Me sinto um bicho
Nessa selva nada amável
Me perdi no meio do caminho
Esta semana não acredito no amor
No verão não se toma vinho
O romantismo perdeu o sabor
O que fazer com tantas possibilidades?
O que sentir, sem também ter dor?
Decimar Biagini
Soneto Livre às Noites de Verão
Uma resposta ao organismo
à agressão que sofri
São tantas as agressões
Que a ressaca não percebi
Quero parar com isso
Mas a resposta é inevitável
Me sinto um bicho
Nessa selva nada amável
Me perdi no meio do caminho
Esta semana não acredito no amor
No verão não se toma vinho
O romantismo perdeu o sabor
O que fazer com tantas possibilidades?
O que sentir, sem também ter dor?
Decimar Biagini
Soneto Livre ao Encontro Livre
http://www.youtube.com/watch?v=lybqsrR1eTA
Dois espelhos d'água
Na busca do intangível
Não sabem o que é mágoa
Numa entrega invencível
Quando se encontram
Geralmente na madrugada
Confissões Remontam
Da virtual empreitada
Quando não acham graça
Franzem a testa interpretando
Melhor não há quem faça
Seu território vão conquistando
Não são como toda massa
São leões caçando
Decimar Biagini, 14 de novembro de 2008
Dois espelhos d'água
Na busca do intangível
Não sabem o que é mágoa
Numa entrega invencível
Quando se encontram
Geralmente na madrugada
Confissões Remontam
Da virtual empreitada
Quando não acham graça
Franzem a testa interpretando
Melhor não há quem faça
Seu território vão conquistando
Não são como toda massa
São leões caçando
Decimar Biagini, 14 de novembro de 2008
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Soneto Livre* ao Resgate Livre

Se estiver desacreditado,
que alguém faça que se ame cada vez mais
Se sentir-se rejeitado, recorra aos que ainda lhe dirigem um olhar amigo
Se algo der errado,não fique iludido no erro, prossiga e não o repita jamais
Se for julgado, reconheça que nenhum julgamento humano lhe é digno
Se tiver caído,
receba minha mão, ao menos dessa vez,
meu benigníssimo Amigo
Se for humilhado,
Lembre-se que no final do jogo de xadrez,
as peças irão para a mesma caixa, ficando lado a lado
Decimar Biagini
*Os sonetos livres são uma revolta contra a métrica, mantendo-se o formato e a essência poética, dentre os precursores no brasil temos Oswald de Andrade, com marco na semana da arte moderna em 1922.
meu benigníssimo Amigo
Se for humilhado,
Lembre-se que no final do jogo de xadrez,
as peças irão para a mesma caixa, ficando lado a lado
Decimar Biagini
*Os sonetos livres são uma revolta contra a métrica, mantendo-se o formato e a essência poética, dentre os precursores no brasil temos Oswald de Andrade, com marco na semana da arte moderna em 1922.
domingo, 9 de novembro de 2008
Soneto Livre aos Sentimentos Comuns
http://br.youtube.com/watch?v=7N-sVJSZ4uo
Lá no fundo todos nós somos iguais
Tento nesse soneto reconfortar minha alma
Buscando soluções mais naturais
No fundo, ao coração pedimos calma
Nos tornamos responsáveis eternamente pelos que conquistamos
Portanto não pedimos licença para entrar em seus corações
Muito menos para desapontá-los ou quando deles nos retiramos
No fundo, tentamos enfrentar nossos conflitos e indagações
O que eu sinto aqui dentro tu também poderás sentir
De repente não sou metade do que já fui
Espero que tu resolvas teus problemas antes de dormir
Eu tentei resolver os meus, indo beber no bar Rapanui
Arrumei outra dor, passageira, embora a cabeça pareça explodir
Se tu souberes de um engov existencial, digas quem o distribui
Decimar Biagini (Relatos de um final de semana)
Lá no fundo todos nós somos iguais
Tento nesse soneto reconfortar minha alma
Buscando soluções mais naturais
No fundo, ao coração pedimos calma
Nos tornamos responsáveis eternamente pelos que conquistamos
Portanto não pedimos licença para entrar em seus corações
Muito menos para desapontá-los ou quando deles nos retiramos
No fundo, tentamos enfrentar nossos conflitos e indagações
O que eu sinto aqui dentro tu também poderás sentir
De repente não sou metade do que já fui
Espero que tu resolvas teus problemas antes de dormir
Eu tentei resolver os meus, indo beber no bar Rapanui
Arrumei outra dor, passageira, embora a cabeça pareça explodir
Se tu souberes de um engov existencial, digas quem o distribui
Decimar Biagini (Relatos de um final de semana)
sábado, 8 de novembro de 2008
TRÊS PALAVRAS E O SONETO IMPROVISADO
http://www.youtube.com/watch?v=UJAI-L8pJa0
SONETO LIVRE À AUDIÊNCIA LIVRE
Pois, bem amigos
Não sou o Galvão
Não acho os globais buenos
Me causam má sensação
A tv me deixa burro
Como diz aquela música
O botão off sempre empurro
Percebendo o perigo no que se publica
Prefiro brincar com as letras
Assim finjo ser inteligente
Meus amigos não são bestas
Entendem a imperfeição da gente
Lêem meus improvisos e besteiras
Mas o importante é que isso nos reinvente
Tópico Três Palavras Na Comuna Orkutiana Brincando Com As Letras http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=74850913&tid=5264444828934013329&na=2&nst=18
SONETO LIVRE À AUDIÊNCIA LIVRE
Pois, bem amigos
Não sou o Galvão
Não acho os globais buenos
Me causam má sensação
A tv me deixa burro
Como diz aquela música
O botão off sempre empurro
Percebendo o perigo no que se publica
Prefiro brincar com as letras
Assim finjo ser inteligente
Meus amigos não são bestas
Entendem a imperfeição da gente
Lêem meus improvisos e besteiras
Mas o importante é que isso nos reinvente
Tópico Três Palavras Na Comuna Orkutiana Brincando Com As Letras http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=74850913&tid=5264444828934013329&na=2&nst=18
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
SONETO LIVRE Á INFÂNCIA LIVRE
http://www.youtube.com/watch?v=Yw162e5EzQo (Assista no youtube)
Soneto Livre à Infância Livre
Insistir no que não mais existe
É viver uma vida de engano
É não ser feliz nem triste
É tornar seu mundo profano
Toda decepção trás crescimento?
Se for, quero ser pequeno
Na infância era só divertimento
Tinha tudo que queria, era pleno
Se caia, alguém que me amava estendia a mão
Se chorava, um sorvete ganhava
Sei que ser criança não é a melhor solução
Mas era feliz, isso que importava
O que eu não queria, deixava bem claro
Com uma cara franzida e brava
(Decimar Biagini)
Soneto Livre à Infância Livre
Insistir no que não mais existe
É viver uma vida de engano
É não ser feliz nem triste
É tornar seu mundo profano
Toda decepção trás crescimento?
Se for, quero ser pequeno
Na infância era só divertimento
Tinha tudo que queria, era pleno
Se caia, alguém que me amava estendia a mão
Se chorava, um sorvete ganhava
Sei que ser criança não é a melhor solução
Mas era feliz, isso que importava
O que eu não queria, deixava bem claro
Com uma cara franzida e brava
(Decimar Biagini)
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Acróstico na Comuna Fernando Pessoa = Orkut
Palavra> Vertiginoso
Vórtice atraente
Encantador olhar
Riso envolvente
Tilitando ao frear
Insinua-se de frente
Guia meu desejar
Instinto fervente
Num doce pecar
Ouço murmúrio estridente
Suavizando meu tocar
Outra vez a amar
Decimar Biagini
Vórtice atraente
Encantador olhar
Riso envolvente
Tilitando ao frear
Insinua-se de frente
Guia meu desejar
Instinto fervente
Num doce pecar
Ouço murmúrio estridente
Suavizando meu tocar
Outra vez a amar
Decimar Biagini
Deixa Estar

Novo filho meu, inspirado na música "Let it Be" dos Beatles
"Deixa Estar"
http://www.youtube.com/watch?v=nZpeIXQ8JGQ&feature=channel
"Deixa Estar"
http://www.youtube.com/watch?v=nZpeIXQ8JGQ&feature=channel
Ontem resolvi abraçar, relutei em lançar um abraço ursolino, não se conhece um amigo da noite para o dia, mas quando a confiança é dada, um novo abraço pode ser retificador e restaurador (por que nunca dizemos não para pessoas bacanas?).
Um bom ombro amigo torna as coisas muito fáceis, adorei sua mágica, tão boa quanto a fabricação do pão, pois os ingredientes são todos bem conhecidos e entendidos. Contudo, quando esses ingredientes comuns são misturados, a mistura é amassada repetidas vezes e depois assada, é retirado do forno um produto completamente diferente.
Luto com a analogia e a metáfora porque a experiência da solução mágica não é uma experiência intelectual.
Todavia, a única ferramenta que disponho para buscar a solução é a palavra digital linear sobre um fundo virtual. Não é fácil explicar a mágica multidimencional em simples fundos bidimencionais. Contudo, a solução mágica não abandona a razão. O supereu determina as margens e passa a ser companheiro da zona do coração. Aí meu grande conflito.
Não há nada de errado em sentir medo, que enfrentando o seu medo você conquistará a liberdade.
Sugiro que nós pulemos do penhasco, nos sentindo euforicamente livres, que confiemos em nossa experiência e apreciemos o passeio, deixemos acontecer. Libertemo-nos, apenas saltemos, na busca incansável do vôo livre...
sábado, 1 de novembro de 2008
Soneto aos problemas noturnos
No youtube: http://www.youtube.com/watch?v=Wi-SWaDEECY
Acordei tarde num dia chuvoso,
a noite foi me matando aos poucos.
Eis que ressuscitei hoje de novo,
ao relembrar momentos loucos
Não sei quantas noites durarei
Nem quando cessarei de acordar
Sem saber ao certo o que sonhei
Queria poder ao teu lado acordar
É uma pena, as pessoas tem medo
Nesta vida terrena, poucos de coragem
Sairei de cena, acordando cedo?
As escolhas boas devem ser feitas
Sigo minha sensibilidade e intuição
Mas razão, por que não me aceitas?
Decimar Biagini
Acordei tarde num dia chuvoso,
a noite foi me matando aos poucos.
Eis que ressuscitei hoje de novo,
ao relembrar momentos loucos
Não sei quantas noites durarei
Nem quando cessarei de acordar
Sem saber ao certo o que sonhei
Queria poder ao teu lado acordar
É uma pena, as pessoas tem medo
Nesta vida terrena, poucos de coragem
Sairei de cena, acordando cedo?
As escolhas boas devem ser feitas
Sigo minha sensibilidade e intuição
Mas razão, por que não me aceitas?
Decimar Biagini
Soneto Livre à vida morna
Insistir no que não mais existe
É viver uma vida de engano
É não ser feliz nem triste
É tornar seu mundo profano
Toda decepção trás crescimento?
Se for, quero ser pequeno
Na infância era só divertimento
Tinha tudo que queria, era pleno
Se caia, alguém que me amava estendia a mão
Se chorava, um sorvete ganhava
Sei que ser criança não é a melhor solução
Mas era feliz, isso que importava
O que eu não queria, deixava bem claro
Com uma cara franzida e brava
(Decimar Biagini, num dia chuvoso e dolorido)
É viver uma vida de engano
É não ser feliz nem triste
É tornar seu mundo profano
Toda decepção trás crescimento?
Se for, quero ser pequeno
Na infância era só divertimento
Tinha tudo que queria, era pleno
Se caia, alguém que me amava estendia a mão
Se chorava, um sorvete ganhava
Sei que ser criança não é a melhor solução
Mas era feliz, isso que importava
O que eu não queria, deixava bem claro
Com uma cara franzida e brava
(Decimar Biagini, num dia chuvoso e dolorido)
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