DECIMAR BIAGINI

DECIMAR BIAGINI
Advogado e Poeta Cruzaltense

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domingo, 11 de fevereiro de 2024

Emoção no feedback

Emoção no feedback

Da ternura de poesia indiscutível
O fluxo inspirador passei a aceitar
O leitor me fará alguém inesquecível
Pois para o artista basta acreditar

Da destreza condutora indizível 
Jorram os versos, todos, muitos, a brilhar
O leitor na certa, os elegerá incrível 
E minha'alma, é certo, há de transbordar

A Meca da poesia moderna
Da tela azul para esverdeada
Da arte rupestre escrita nas cavernas
Aos relatos poéticos das antigas cruzadas

A nata dos ávidos leitores,
Sedentos pelos versos de explosão 
Bebendo linha, ponto, essência em cores
Completam, do poeta, a emoção.

Decimar (poetinha_cruzaltense) e Marilene (Lena Serena)

Silêncio Gris

SILÊNCIO GRIS

amar é sempre eterna e terna canção 
O amor se revela a cada sutil movimento
A brisa sopra os segredos de alcova
O sussurro das folhas dão a cadência do ritmo

O pássaro se lança após cantar calado
Pareceu inútil toada contra o pôr do sol
O lábaro se cansa por lutar em fluxo errado
E corujas a fitar o luar naquele frustrado rouxinol

Tempestades ocultas no pensamento extremo
precipitam-se ao mínimo assovio
pondo abaixo certezas estabelecidas
mas, a noite desce, questionadora e calma

Entre clarões e mistérios 
Em plena agonia, o amor transcende
Viajando através de bela e triste canção 
Que se propaga pelo silêncio 'gris' da noite .

@⁨Rogerio Germani⁩ @⁨DBiagini⁩ @⁨~Vera Lúcia Lage Carvalho e Lena Serena

acróstico Arvorecer

Assim
Revejo
Verbos
Ofuscado
Razoável
Enciumado
Cato
Escritas
Ruborizado

DSB

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024

Dia do DATILOSCOPISTA

DIA DO DATILOSCOPISTA

Papilas das mãos
E também dos pés
Digitais aí estão
Sorte ou revés?

Decimar da Silveira Biagini
POETINHA_CRUZALTENSE

Poéticos - Adorável Vício

Poéticos - Adorável vício

Nem mesmo omelete
Ou o verso sintônico
Nem ir ao toalete
Fico tão atônito

Nem mesmo vinagrete
Ou xarope Biotônico
Nem ir a Alegrete
Soa tão sinfônico

Jornal foi relegado
Chaleira deixei chiando
Por aqui tenho ficado
E versos vou criando

Assim, deixo meu legado
Todo dia, oficinando
Verso, prosa, incitado,
Poemo, solto, arvorando

Decimar (Poetinha Cruzaltense) e Marilene (Lena Serena)
Oficina 16 versos

escassez de alimento e crise agrária ao francês


Nossos irmãos franceses estão com problema na agricultura, um racionamento terrível onde falta comida na mesa, a comida é essencial, e parece que a profecia do Autor do Pequeno Príncipe se consagra, "o essencial é invisível aos olhos". Onde foi parar a maçã? E como nem tudo são flores, o tempo que ficaram tomando banho apenas com leite de rosas fizera dela importante? DSB

Razões da escrita

Razões da escrita

Então Marisa
Acredito que a rima
Vem e me avisa
Verve aproxima

Não fumo e não louvo
Bebo só em brinde
Na presença do Noivo
Palavras vão saindo
Então me comovo

Dobro as esquinas
Escuto pássaros
Registro com rimas
Tiro dos ávaros

Não é uma obsessão
Já indaguei até isso
É mera fascinação
Pelo verso e improviso 

Decimar da Silveira Biagini

Aldravia

Sem elixir, névoa ofusca
tua aldravia
Escandir, ressoa a busca
Crua batalha

Fraternidade humana

Fraternidade* humana

Não há maior exercício
Para coração ferido
Nem preferível vício
Que elevação do caído

*Ninguém tem maior
amor do que este,
de dar alguém a sua vida
pelos seus amigos.
João 15:13

Decimar da Silveira Biagini

halkai com c

Caminhei
Contigo
Comunguei
Castigo
Continuei
Comigo

Cecimar Ciagini

A chover palavras

A chover palavras 

Chove estrelas no peito
a cada poema que me aceita,
uma entrega de amor e respeito
fonte que move os anjos à colheita

Anima, a chuva, de um jeito
Que faz como que, contrafeita, 
A mágoa antiga, de leito,
Nem sinto mais; foi desfeita

O que passou, está feito
O pó molhou e fez barro
O verso que hoje ajeito
É nó lírico; desamarro

A chuva cessa, vem vento
E o vento traz novo viço 
Confirma o meu argumento:
Poesia é o meu compromisso

Marilene, Rogério e Decimar
Oficina 16 versos - Poéticos
4 de fev de 2024

domingo, 4 de fevereiro de 2024

Sinfonia

Sem jeito
Inflado
No
Fascínio
Ostento
Navio
Inquieto
Afundo

Aldravias

Razões da escrita


Então Marisa
Acredito que a rima
Vem e me avisa
Verve aproxima

Não fumo e não louvo
Bebo só em brinde
Na presença do Noivo
Palavras vão saindo
Então me comovo

Dobro as esquinas
Escuto pássaros
Registro com rimas
Tiro dos ávaros

Não é uma obsessão
Já indaguei até isso
É mera fascinação
Pelo verso e improviso 

Decimar da Silveira Biagini

domingo, 28 de janeiro de 2024

Soneto

Roteiros, motes e morte à métrica 

Escrever ou não escrever
Na sincera peça da vida
Fechar o teatro, envelhecer
E sumir na plateia querida

Talvez um vôo livre sem asas
Onírica escrita libertária
Na forja da rima que perturba casas
Talvez tudo seja fogo de palha

Errante verso que navega por aí
Sedento de pertença e carinho
Assombroso ao anjo que queira dormir

Orai poeta, eis o melhor caminho
Talvez surja um soneto imperfeito
Pois esse celular, é sina e desalinho

Decimar da Silveira Biagini

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