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segunda-feira, 31 de agosto de 2009
SONETO SONORO
Os sinos tocaram em minha cama
Badalaram na garganta do encontro
Os olhos brilharam no casal que se ama
Na reluzente magia do sagrado canto
Canto de amor, sem arpa ou violino
No trilhar do coração, estrada sonora
O hino de amor, na farpa do destino
É rastilho de pólvora no que sinto agora
O viço de quem sussurra berrando
É o ardor que eu mesmo escuto
Neste momento em que vou lembrando
Na perpétua saudade, do pausado minuto
Hoje eu morri contigo, sucumbi te amando
Resta-me relatar, neste soneto enxuto
Decimar Biagini
Badalaram na garganta do encontro
Os olhos brilharam no casal que se ama
Na reluzente magia do sagrado canto
Canto de amor, sem arpa ou violino
No trilhar do coração, estrada sonora
O hino de amor, na farpa do destino
É rastilho de pólvora no que sinto agora
O viço de quem sussurra berrando
É o ardor que eu mesmo escuto
Neste momento em que vou lembrando
Na perpétua saudade, do pausado minuto
Hoje eu morri contigo, sucumbi te amando
Resta-me relatar, neste soneto enxuto
Decimar Biagini
domingo, 30 de agosto de 2009
SONETO AO ANJO
O Céu delirou na aurora da mente
O amor tranqüilizou-me tão de repente
Rolava no ar uma voz em tumulto
Ao escutá-la, ajoelhei-me em indulto
As cabeças turvas, meros vultos
Apenas o anjo em alta definição
Sobre as pessoas, eu corri absoluto
Em sua direção, em doce obsessão
Enquanto corria, o passado me puxava
Fingia que não via, e na corrida continuava
Na mais profunda comunhão de meu desejo
Em frente ao destino, o anjo segurava uma rosa
Segurou-me pela mão e com o espinho fez um corte
Era um pacto de sangue, e do amor fiz meu norte
Decimar Biagini
O amor tranqüilizou-me tão de repente
Rolava no ar uma voz em tumulto
Ao escutá-la, ajoelhei-me em indulto
As cabeças turvas, meros vultos
Apenas o anjo em alta definição
Sobre as pessoas, eu corri absoluto
Em sua direção, em doce obsessão
Enquanto corria, o passado me puxava
Fingia que não via, e na corrida continuava
Na mais profunda comunhão de meu desejo
Em frente ao destino, o anjo segurava uma rosa
Segurou-me pela mão e com o espinho fez um corte
Era um pacto de sangue, e do amor fiz meu norte
Decimar Biagini
SONETO CONSELHEIRO DO AMOR
Até encontrar o seu amor
Cada alma é mundo a sós
Até a 1ª pincelada em cor
O fosco predomina em nós
Na resolução de velhos problemas
Em busca do seu teletransporte
As almas são mesmo tão pequenas
Deixam de achar um elo mais forte
O que precisamos está logo ali
Na pincelada do improviso
Que isso sirva então de aviso
O amor pode tocar até o indeciso
Mas ele precisa logo se decidir
Pois o trem da vida já vai partir
Decimar Biagini
Cada alma é mundo a sós
Até a 1ª pincelada em cor
O fosco predomina em nós
Na resolução de velhos problemas
Em busca do seu teletransporte
As almas são mesmo tão pequenas
Deixam de achar um elo mais forte
O que precisamos está logo ali
Na pincelada do improviso
Que isso sirva então de aviso
O amor pode tocar até o indeciso
Mas ele precisa logo se decidir
Pois o trem da vida já vai partir
Decimar Biagini
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
SONETO AO BIG BANG DO AMOR
Quando tu vens, a noite se encerra
Nasce então a sensualidade dos astros
O sol se aproxima rapidamente da terra
E teu calor incita-me aos desejos devassos
Amo-te, a exaltar o mapa astral do beijo
Domino-te, no cingir de um verso enovelado
Venero-te, na devoção sem igual do desejo
Abraço-te, no fugir de meu infeliz passado
O impacto que fizestes, astro rei de minha alma
Fez da dor que falece, o surgimento de um novo planeta
E nossas novas vidas que ali residem, encontram nele a calma
E fazem com que invejosos duvidem por telescopia obsoleta
Mas o casal, a sorrir, na palpitação de sua nova atmosfera
Cria das juras de amor, no resplendor ardente, uma nova era
Decimar Biagini
Nasce então a sensualidade dos astros
O sol se aproxima rapidamente da terra
E teu calor incita-me aos desejos devassos
Amo-te, a exaltar o mapa astral do beijo
Domino-te, no cingir de um verso enovelado
Venero-te, na devoção sem igual do desejo
Abraço-te, no fugir de meu infeliz passado
O impacto que fizestes, astro rei de minha alma
Fez da dor que falece, o surgimento de um novo planeta
E nossas novas vidas que ali residem, encontram nele a calma
E fazem com que invejosos duvidem por telescopia obsoleta
Mas o casal, a sorrir, na palpitação de sua nova atmosfera
Cria das juras de amor, no resplendor ardente, uma nova era
Decimar Biagini
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
SONETO TRISTE
Uma inquietude mansa
Alarga o peito nesse instante
Uma sorte que se lança
No lapidar de um diamante
A alma sedenta de perfilamento
O peito esquenta em aborrecimento
Tão triste o fim de noite do poeta
Sem sua amada, é obra incompleta
Vara os versos como ser errante
Para no perverso e triste instante
E nessa pausa se vê mal resolvido
Sente a agrúria do ser esquecido
O amanhã é sufocado pelo durante
E o escriba na solidão se vê vencido
Decimar Biagini
Alarga o peito nesse instante
Uma sorte que se lança
No lapidar de um diamante
A alma sedenta de perfilamento
O peito esquenta em aborrecimento
Tão triste o fim de noite do poeta
Sem sua amada, é obra incompleta
Vara os versos como ser errante
Para no perverso e triste instante
E nessa pausa se vê mal resolvido
Sente a agrúria do ser esquecido
O amanhã é sufocado pelo durante
E o escriba na solidão se vê vencido
Decimar Biagini
SONETO AOS OITO MESES
Há oito meses atrás descobri meus defeitos
Fiz da melhora dos meus beijos versos e rimas
Tentei fazer do amor um soneto perfeito
Tratei de refazer minha vida sem doutrinas
Apenas acreditando num único argumento
Aquele que vence tudo, inclusive a inveja
O amor, sim, a maior poesia em sentimento
O dono da felicidade que não se planeja
Há oito meses fui descobrindo quem eu era
Mas ainda é preciso dar o último passo
O crer no amor é lindo, é um vôo livre em quimera
Quem tem amor não se vence pelo cansaço
O destino me deu inúmeras chances
E na última, quero da amada o perdão e o abraço
Decimar Biagini
Fiz da melhora dos meus beijos versos e rimas
Tentei fazer do amor um soneto perfeito
Tratei de refazer minha vida sem doutrinas
Apenas acreditando num único argumento
Aquele que vence tudo, inclusive a inveja
O amor, sim, a maior poesia em sentimento
O dono da felicidade que não se planeja
Há oito meses fui descobrindo quem eu era
Mas ainda é preciso dar o último passo
O crer no amor é lindo, é um vôo livre em quimera
Quem tem amor não se vence pelo cansaço
O destino me deu inúmeras chances
E na última, quero da amada o perdão e o abraço
Decimar Biagini
terça-feira, 25 de agosto de 2009
OS OLHOS DA SERPENTE
Quem não sabe amar
Só tem mesmo a perder
Deixe o invejoso falar
Ele tem muito a aprender
Ser mesquinho e de pouca luz
Materialista, invejoso e futriqueiro
Depois que perde, carrega a cruz
De remoer derrota a toda maneira
A nossa vitória é tão simples
Estamos por cima em nosso próprio céu
Pode ser vista como sem requintes
Mas é no simples doce que se vê o puro mel
Eu afirmarei sempre
De cara limpa e coração aberto
Que só tenho você em mente
Ao contrário do dito "esperto"
Agora, quanto ao alcoviteiro,
Deixo que caiam algumas palavras
Que ele junte e faça o que quiser
Enquanto ele as refaz em mágoas
Nosso amor vai enfrentando o que vier
Decimar Biagini
Só tem mesmo a perder
Deixe o invejoso falar
Ele tem muito a aprender
Ser mesquinho e de pouca luz
Materialista, invejoso e futriqueiro
Depois que perde, carrega a cruz
De remoer derrota a toda maneira
A nossa vitória é tão simples
Estamos por cima em nosso próprio céu
Pode ser vista como sem requintes
Mas é no simples doce que se vê o puro mel
Eu afirmarei sempre
De cara limpa e coração aberto
Que só tenho você em mente
Ao contrário do dito "esperto"
Agora, quanto ao alcoviteiro,
Deixo que caiam algumas palavras
Que ele junte e faça o que quiser
Enquanto ele as refaz em mágoas
Nosso amor vai enfrentando o que vier
Decimar Biagini
domingo, 23 de agosto de 2009
Não sou eu a inspiração
Sinto ciúme dos versos
Parece até mera piração
Mas gostei dos manifestos
Nosso improviso do subconsciente
Segue de aviso ao poeta inocente
Mas somos tão calejados
Que até os versos ficam alejados
Quisera eu me aquecer agora
De todo frio da solidão que assola
O destino do mundo lá fora
Pouco me importa agora
Quero você, leitor amigo
Quero dormir feliz, contigo
Agradecido Biagini
RODOVIÁRIA DO PENSAR
Eu fui ali, onde o verso se expande
Fui na rodoviária, esperar o Rio Grande
Buscar meus pais, sim, agora é minha vez
Antes eram eles a me esperar, no nono mês
Eu pensei em tantas coisas enquanto aguardava
No por que o tempo ligeiramente passava
Tudo que tenho hoje, são eles, minha essência
As folhas, o vento, estreitamente são nada
Mas o sangue que corre deles, são a permanência
Liguei as chaves, num relance, escutei suas falas
Pensava no por que de meu pai ser tão igual
Minha mãe indagando-me sobre coisas normalas
Meu pai a falar do tempo, e eu a pensar no final
Sim, sempre pensativo, na reles existência
Mas a cativar o que tenho pela verdade
No puro sangue de minha sublime descendência
E o pensar, é verbo, a se estender pela idade
Decimar Biagini
Fui na rodoviária, esperar o Rio Grande
Buscar meus pais, sim, agora é minha vez
Antes eram eles a me esperar, no nono mês
Eu pensei em tantas coisas enquanto aguardava
No por que o tempo ligeiramente passava
Tudo que tenho hoje, são eles, minha essência
As folhas, o vento, estreitamente são nada
Mas o sangue que corre deles, são a permanência
Liguei as chaves, num relance, escutei suas falas
Pensava no por que de meu pai ser tão igual
Minha mãe indagando-me sobre coisas normalas
Meu pai a falar do tempo, e eu a pensar no final
Sim, sempre pensativo, na reles existência
Mas a cativar o que tenho pela verdade
No puro sangue de minha sublime descendência
E o pensar, é verbo, a se estender pela idade
Decimar Biagini
O VELHO POETA
- Tragam-me uma caneta
- Uma caneta, urgente!!!
Dizia o poeta careta
Com sua voz estridente
De repente, num desenferrujar
Voltou a ter inspiração nova
Retornando a ter o gosto pelo versejar
Ressurgiu de sua velha cova
Infelizmente, já não existiam canetas
O Escriba, perdido em um cyber café
Tinha que enfrentar um bicho de teclas
-Tudo passou tão rápido, sabe como é!
Trêmulo, como um trator em ponto morto
Proferiu tal frase, em gélida caricatura
Tudo parou naquele momento, o público envolto
Alguns a rirem daquela mão dura
Foi quando o Poeta proferiu em verso solto
- De que valem essas malditas criações humanas,
se sequer um iniciante pode transpor seus versos
Foi então que o Poeta se ausentou por semanas
Os críticos jovens, foram extremamente perversos
Um belo dia o Velho Poeta voltou com uma caneta
Uma caneta diferente e um notebook de renome
A máquina aberta, eis que tracejou na tela sua letra
Todos a sua volta a perguntar seu nome
Perguntavam se havia pago caro, ele respondera que sim
Ele dissera em um tom de sarcasmo:
- Salve o dinheiro das minhas obras, salve o touch screen
E o poeta então criou sites, comunidades, canais...
E um belo dia, antes de morrer, decidiu dizer nunca mais
Deletou tudo, e ninguém mais lembrou do velho poeta
Um absurdo, mas os livros palpáveis, estão lá na biblioteca
Decimar Biagini
- Uma caneta, urgente!!!
Dizia o poeta careta
Com sua voz estridente
De repente, num desenferrujar
Voltou a ter inspiração nova
Retornando a ter o gosto pelo versejar
Ressurgiu de sua velha cova
Infelizmente, já não existiam canetas
O Escriba, perdido em um cyber café
Tinha que enfrentar um bicho de teclas
-Tudo passou tão rápido, sabe como é!
Trêmulo, como um trator em ponto morto
Proferiu tal frase, em gélida caricatura
Tudo parou naquele momento, o público envolto
Alguns a rirem daquela mão dura
Foi quando o Poeta proferiu em verso solto
- De que valem essas malditas criações humanas,
se sequer um iniciante pode transpor seus versos
Foi então que o Poeta se ausentou por semanas
Os críticos jovens, foram extremamente perversos
Um belo dia o Velho Poeta voltou com uma caneta
Uma caneta diferente e um notebook de renome
A máquina aberta, eis que tracejou na tela sua letra
Todos a sua volta a perguntar seu nome
Perguntavam se havia pago caro, ele respondera que sim
Ele dissera em um tom de sarcasmo:
- Salve o dinheiro das minhas obras, salve o touch screen
E o poeta então criou sites, comunidades, canais...
E um belo dia, antes de morrer, decidiu dizer nunca mais
Deletou tudo, e ninguém mais lembrou do velho poeta
Um absurdo, mas os livros palpáveis, estão lá na biblioteca
Decimar Biagini
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
A BUSCA NO LAGO DA ALMA
Busquei uma pedra naquela àgua
Que joguei em uma vida passada
Na remoção da pedra ou da mágoa
A minha manga estava enxarcada
Tentei largar uma linha de fundo
Mas a pedra rasgou a minha rede
Lá embaixo era tudo tão imundo
E a superfície não matava a sede
O que fazer então naquela busca?
Qual o melhor método para remoção?
No poema que a sonoridade ofusca
Ouviu-se no tiploft uma só canção
A canção do exílio de quem cansa
Ao resgatar de si mesmo a explicação
Decimar Biagini
Inspirado no vídeo-poema da Audiverimus, "A Busca".
http://www.youtube.com/watch?v=Nr0bDW6jqcE
Que joguei em uma vida passada
Na remoção da pedra ou da mágoa
A minha manga estava enxarcada
Tentei largar uma linha de fundo
Mas a pedra rasgou a minha rede
Lá embaixo era tudo tão imundo
E a superfície não matava a sede
O que fazer então naquela busca?
Qual o melhor método para remoção?
No poema que a sonoridade ofusca
Ouviu-se no tiploft uma só canção
A canção do exílio de quem cansa
Ao resgatar de si mesmo a explicação
Decimar Biagini
Inspirado no vídeo-poema da Audiverimus, "A Busca".
http://www.youtube.com/watch?v=Nr0bDW6jqcE
ACORDEI COM AS ESTRELAS
Hoje eu acordei ao lado das estrelas em plena luz do dia
Não é sempre que se é agraciado com essa cena brilhante
Tudo o que desejei, extasiado ao vê-las, eu propus com alegria
O quão comovente é o ser tocado pela plena vida apaixonante
O seguir do dia é tão tranquilo no sorver de boas lembranças
As estrelas devem estar agora em outro lugar, não como antes
Mas sentir a energia naquilo que pude ver, ajuda-me nas andanças:
DE UMA VIDA MAIS ILUMINADA
Como que querendo completar a graça conquistada
Pedi as estrelas que viessem a me tocar no meio da tarde
Foi tão intenso o nosso energizar, o tempo virou em nada
Mas suficiente para perceber que não sou de Vênus, nem de Marte
Sou do mundo dos que valorizam a constelação amada
UM MUNDO DE POEMAS REAIS
CUJO RESTO, NÃO ME APRAZ
Decimar Biagini
Não é sempre que se é agraciado com essa cena brilhante
Tudo o que desejei, extasiado ao vê-las, eu propus com alegria
O quão comovente é o ser tocado pela plena vida apaixonante
O seguir do dia é tão tranquilo no sorver de boas lembranças
As estrelas devem estar agora em outro lugar, não como antes
Mas sentir a energia naquilo que pude ver, ajuda-me nas andanças:
DE UMA VIDA MAIS ILUMINADA
Como que querendo completar a graça conquistada
Pedi as estrelas que viessem a me tocar no meio da tarde
Foi tão intenso o nosso energizar, o tempo virou em nada
Mas suficiente para perceber que não sou de Vênus, nem de Marte
Sou do mundo dos que valorizam a constelação amada
UM MUNDO DE POEMAS REAIS
CUJO RESTO, NÃO ME APRAZ
Decimar Biagini
terça-feira, 18 de agosto de 2009
SONETO AO TEMPO E O VENTO II
Olá, cumplice leitor e grande amigo
O vento veio novamente a correr
Não gosto dele, tenho meu motivo
Pois trás-me o medo de morrer
Resta-me a internet e alguns livros
A fim de no feriado local me entreter
A leitura boa me ceda com seus alívios
Na experiência da vida que quero sorver
Mas sabe que o vento continua
Nem mesmo os versos puderam pará-lo
E o tempo corre de forma crua
Só Deus, Luz desconhecida, pode alcançá-lo
E eu, a buscar no soneto da vida, a verdade nua
Vou correndo atrás do tempo, sem cavalo
Decimar Biagini
O vento veio novamente a correr
Não gosto dele, tenho meu motivo
Pois trás-me o medo de morrer
Resta-me a internet e alguns livros
A fim de no feriado local me entreter
A leitura boa me ceda com seus alívios
Na experiência da vida que quero sorver
Mas sabe que o vento continua
Nem mesmo os versos puderam pará-lo
E o tempo corre de forma crua
Só Deus, Luz desconhecida, pode alcançá-lo
E eu, a buscar no soneto da vida, a verdade nua
Vou correndo atrás do tempo, sem cavalo
Decimar Biagini
NOVA ORDEM DOS POETAS AMIGOS
Quando colho estes relatos
Na vitória sobre mim mesmo
No trunfo da vida em atalhos
Percorrendo versos a esmo
Tento imaginar nosso crescer
Vocês em suas casas a me ler
E eu a lê-los, num só aprender
Só assim, conseguimos vencer
Os tempos são difíceis, caros poetas
Tudo parece mais interessante
As drogas, pelas crianças já descobertas
A banalização da cultura apelante
Não quero duvidar do que já existe
Quero apenas romper meus objetivos
Pode ser que eu nada na vida conquiste
Mas posso ter certeza que tive amigos
Poucos, mas de qualidade, mesmo que virtuais
Loucos, mas de verdade, em poemas majestrais
A substituir, com virtualidade, as penas dos ancestrais
Decimar Biagini
Na vitória sobre mim mesmo
No trunfo da vida em atalhos
Percorrendo versos a esmo
Tento imaginar nosso crescer
Vocês em suas casas a me ler
E eu a lê-los, num só aprender
Só assim, conseguimos vencer
Os tempos são difíceis, caros poetas
Tudo parece mais interessante
As drogas, pelas crianças já descobertas
A banalização da cultura apelante
Não quero duvidar do que já existe
Quero apenas romper meus objetivos
Pode ser que eu nada na vida conquiste
Mas posso ter certeza que tive amigos
Poucos, mas de qualidade, mesmo que virtuais
Loucos, mas de verdade, em poemas majestrais
A substituir, com virtualidade, as penas dos ancestrais
Decimar Biagini
NOVA ORDEM DOS POETAS AMIGOS
Quando colho estes relatos
Na vitória sobre mim mesmo
No trunfo da vida em atalhos
Percorrendo versos a esmo
Tento imaginar nosso crescer
Vocês em suas casas a me ler
E eu a lê-los, num só aprender
Só assim, conseguimos vencer
Os tempos são difíceis caros poetas
Tudo parece mais interessante
As drogas pelas crianças já descobertas
A banalização da cultura apelante
Não quero duvidar do que já existe
Quero apenas romper meus objetivos
Pode ser que eu nada na vida conquiste
Mas posso ter certeza que tive amigos
Poucos, mas de qualidade, mesmo que virtuais
Loucos, mas de verdade, em poemas majestrais
A substituir, com virtualidade, as penas dos ancestrais
Decimar Biagini
Na vitória sobre mim mesmo
No trunfo da vida em atalhos
Percorrendo versos a esmo
Tento imaginar nosso crescer
Vocês em suas casas a me ler
E eu a lê-los, num só aprender
Só assim, conseguimos vencer
Os tempos são difíceis caros poetas
Tudo parece mais interessante
As drogas pelas crianças já descobertas
A banalização da cultura apelante
Não quero duvidar do que já existe
Quero apenas romper meus objetivos
Pode ser que eu nada na vida conquiste
Mas posso ter certeza que tive amigos
Poucos, mas de qualidade, mesmo que virtuais
Loucos, mas de verdade, em poemas majestrais
A substituir, com virtualidade, as penas dos ancestrais
Decimar Biagini
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