Os sinos tocaram em minha cama
Badalaram na garganta do encontro
Os olhos brilharam no casal que se ama
Na reluzente magia do sagrado canto
Canto de amor, sem arpa ou violino
No trilhar do coração, estrada sonora
O hino de amor, na farpa do destino
É rastilho de pólvora no que sinto agora
O viço de quem sussurra berrando
É o ardor que eu mesmo escuto
Neste momento em que vou lembrando
Na perpétua saudade, do pausado minuto
Hoje eu morri contigo, sucumbi te amando
Resta-me relatar, neste soneto enxuto
Decimar Biagini
A Tal da Aceitação
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A Tal Da Aceitação
https://youtu.be/DWfGPFaoxgc?is=UNSugwwWHoShFefM
Luz
vem cá
vai brilhar
sobre o coração
no silêncio brota direção
o ser já sente
...
Há 2 semanas
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