Uma inquietude mansa
Alarga o peito nesse instante
Uma sorte que se lança
No lapidar de um diamante
A alma sedenta de perfilamento
O peito esquenta em aborrecimento
Tão triste o fim de noite do poeta
Sem sua amada, é obra incompleta
Vara os versos como ser errante
Para no perverso e triste instante
E nessa pausa se vê mal resolvido
Sente a agrúria do ser esquecido
O amanhã é sufocado pelo durante
E o escriba na solidão se vê vencido
Decimar Biagini
A Arte não se explica
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A Arte não se explica, pelo poeta consciencial Decimar
Todo mundo sabe quando a beleza aparece no olhar
mesmo sem saber direito o que é arte pra explicar
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Há um mês
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