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Quando eu comecei a escrever este poema
Uma lembrança de menino conduziu a pena
O tinteiro que peguei era a velha tinta guache
Lembrei dos indiozinhos, do meu forte apache
E da primeira àrvore que fiz para minha mãe
Da vaquinha de borracha que ganhei do avô
Da briga do banho, dizendo: - Não vou, não vou
Dos doces da Bisa, que dizia: - Não se acanhe
Quando pequenino tinha reunido tudo que precisava
Hoje olho para trás, meu avô se foi, minha bisa também
As vezes fecho os olhos e os vejo, sem dizer uma palavra
Mas o que mais me apraz, é que tem criança, que nem isso tem
Decimar Biagini
A Arte não se explica
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A Arte não se explica, pelo poeta consciencial Decimar
Todo mundo sabe quando a beleza aparece no olhar
mesmo sem saber direito o que é arte pra explicar
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Há uma semana
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