Escreverei poemas e sonetos
Pois este é meu viciante ofício
Logo que faço meus quartetos
Os tecetos vêm sem sacrifício
Não digam por aí meus estilos
Diria que sou filho do improviso
Esta arte não tem esmerilhos
Então não definam meus motivos
Eu viverei servindo sem livros
E o soneto será meu escravo
Livro-me e vou saindo de cena
No segundo, um templo escavo
Não me alforrio, mas a alma lavo
O culto é obscuro, mas livre a pena
Decimar Biagini
A Tal da Aceitação
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A Tal Da Aceitação
https://youtu.be/DWfGPFaoxgc?is=UNSugwwWHoShFefM
Luz
vem cá
vai brilhar
sobre o coração
no silêncio brota direção
o ser já sente
...
Há 2 semanas
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