Enfim, tudo é grenal, pois este não foi tão breve, como a efêmera modinha ou escândalo da política atual, pareceu mais com as guerras por aí.
Lembrei de Paulo Santana, que diria com sua solenidade barulhenta: “Clássico não se joga, se ganha!” E, se não ganha, pelo menos se reclama com convicção científica, tem tese que vai durar semanas do lado choroso. Mas o certo é que teve a carreata, os fogos, os nemes de distorções de imagens mais importantes como aplauso da torcida da casa ao vencedor.
Porque o grenal é isso: uma mistura de batalha medieval com churrasco de família. Todo mundo briga, todo mundo provoca, mas na segunda-feira o assunto domina o café, o elevador, a escola, a fruteira (morango do amor em falta pelo dia da mulher e pelo ranço natural de alguns sumidos) o escritório e até a padaria. No açougue?... bom, é melhor conhecer o açougueiro, pois o homem afia a faca todo dia. O grupo do zap, bom, ele parece silencioso, mas nestes dias silenciosos que se ouve o grito aquidistante dos verdadeiros amigos...
Nenhum comentário:
Postar um comentário