Cansado de si, andava no mundo
Com pesadas botas “sete léguas”
E levando sua vida sem tréguas
Com guerra existencial ao fundo
Seu remédio foi seguir pisadas
Em um solo que jamais foi fecundo
Trilha do tédio de almas passadas
Que rumavam ao inferno mais profundo
Sem saber... suas lágrimas eram ousadas
Um belo dia foram vistas lá do alto
Nuvens cinzentas, raios e trovoadas
Tomaram o andarilho de assalto
Adeus vida insana e descompassada
O raio "Fúlvio" livrou o pobre incauto
Decimar Biagini
A Arte não se explica
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A Arte não se explica, pelo poeta consciencial Decimar
Todo mundo sabe quando a beleza aparece no olhar
mesmo sem saber direito o que é arte pra explicar
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Há um mês
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