Nem bem cheguei no Rio de Janeiro
Peguei a Musa, a prima e seu papagaio
Na barca entrei e fui ao entrevero
Gente confusa, que se aproxima em desmaio
Bebe, dança, pula, grita, bebe, cansa, adula e agita
Nesse meio tempo, haja banheiro químico
Resolvi procurar um e segui uma longa fila
Se bem lembro, um mal cheiro em ritmo
Então chego ao final, e descubro um erro lídimo
Era fila para o metro, desisti da empreitada
Retornei no caminho inverso
Tomei pisada, e cobri gente de cotovelada
O carnaval é mesmo perverso
Decimar Biagini
A Arte não se explica
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A Arte não se explica, pelo poeta consciencial Decimar
Todo mundo sabe quando a beleza aparece no olhar
mesmo sem saber direito o que é arte pra explicar
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Há um mês
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