Morrer,
cair como um grão de areia
no deserto da existência
Do que viver cara feia
em norte que desnorteia
dessa obsolescência
Fenecer,
como fora d’água uma sereia
na secura da insolvência
Do que a banheira cheia
mas preso numa cadeia
entre hipocrisia e carência
Esmorecer,
subitamente como uma abelha
após soltar o ferrão pela indecência
Do que ser como ovelha
sem progresso ou centelha
nas fronteiras da demência.
Decimar Biagini e Wasil Sacharuk
A Luz do Recomeço
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A LUZ DO RECOMEÇO, pelo poeta consciencial Decimar
Quando a manhã se oferece
Uma prece ao céu se eleva
E a luz em nós floresce
No silêncio do altar ...
Há uma semana
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