Wasil e Lena, foge de mim
O soneto em esmerilho
Vou improvisando sem fim
Podem chamar de sonetilho
Gosto das parcerias poéticas
Do letargo que aniquilo
Da luz crepuscular hermética
Que faz da alma polvilho
Fogos repentinos em fusão
Cânticos que afugentam solidão
No alvor da poesia sem ambição
Não quero que seja perfeita
E sim livre e humana constelação
Só assim a sintonia se ajeita
Decimar Biagini
A Arte não se explica
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A Arte não se explica, pelo poeta consciencial Decimar
Todo mundo sabe quando a beleza aparece no olhar
mesmo sem saber direito o que é arte pra explicar
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Há um mês
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