Minhas sementes de simplicidade
Brotaram na cama ora desarrumada
Pude sonhar ao lado da verdade
Enquanto ouvia passarinho na alvorada
Não existiu algo mais próximo do meu coração
Que não suas batidas e o calor daquela pele
Vi àguas brandas dentro do seu olhar em emoção
Que depois foram sentidas pelo suor que se expele
Estávamos ali, acima das nuvens, acima da tormenta
E pelo que vi, que os anjos se curvem, era cor magenta
Quis continuar voando com você, pelo prazer de viver
Conscientizei a harmonia e senti a calma
Minhas qualidades se sobressaíram e começou a chover
E sequer saiu qualquer som de minha alma
Decimar Biagini
A Arte não se explica
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A Arte não se explica, pelo poeta consciencial Decimar
Todo mundo sabe quando a beleza aparece no olhar
mesmo sem saber direito o que é arte pra explicar
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Há uma semana
Um comentário:
Belíssimo tom, meu amigo.
A ternura dos teus versos encanta! Abraço.
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