Pelas linhas santas bidimensionais, eu percorro
Nas minhas lembranças ancestrais, me socorro
Descubro-me no vão do silêncio inquebrantável
Procuro-me, mas não me esqueço do memorável
Último momento em que saiu, que a porta ainda bate
Retrato de fim de tarde que chancelou nosso amor
Como da vez que de você surgiu a musa do mate
Ou do momento em que demos a vida novo sabor
Quantas obras foram feitas na sua ausência
O poeta que ama não teme a decadência
Traz consigo a força do amor indestrutível
Por isso digo: - na fossa, a saudade é combustível
Mas a Musa é a mola mestra fundamental, o princípio,
O meio, e o final, não há nada igual, é insubstituível
Decimar Biagini, 28 de novembro de 2009
Enfim, a festa acabou
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https://youtu.be/ITtsH4EckGw?is=NsFZFQliLl_GBim2
Enfim, a festa acabou
Rufa o tambor
gira a bola e o mundo
em paixão e fervor
Quarenta e oito
resta u...
Há 2 semanas
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