Olho para as velas em cima da mesa
Coloco dois pratos, como que num ritual
A toalha vermelha teu sangue me lembra
Na espera de um vôo de dor sem igual (Decimar)
Nesta meia luz, só vejo a tristeza,
Quero acreditar em outro final
Nesta solidão, de grande incerteza
Numa taça de vinho afogo o mal. (Camélia)
Antes fostes tu, apenas Abduzida
Pelo bem da minha triste esperança
Só me resta então tua linda lembrança (Decimar)
Maldito seja aquele acidente
Que levou contigo minha pobre alma
Mas um dia, seremos só nós novamente (Decimar)
A Arte não se explica
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A Arte não se explica, pelo poeta consciencial Decimar
Todo mundo sabe quando a beleza aparece no olhar
mesmo sem saber direito o que é arte pra explicar
...
Há uma semana
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