A Cambona da vida
Chega com respeito
Carente por uma centelha
Meio que sem jeito
Como uma operária abelha
Sabe o valor com humildade
Aquece da base até seu peito
Matear na hora do aperto
Com um gaucho de verdade
Como o chimarrão e a brasa
Não escolhe um fim de tarde
É amiga em toda casa
Num galpão, ouve um causo
Num palácio serve a solidão
No chão, faz feliz o descalço
E na estribaria, esquenta o peão
A vida é brasa ligeira
E a Cambona não espera só
A alma alimenta a fogueira
O mate segura o tempo
Com a lembrança do firmamento
Enquanto o homem não vira pó!
Decimar Biagini
Nao Seja Seu Próprio Inimigo
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https://youtube.com/shorts/woWWSuDdb7o?si=_VVBtdS2a0mTFhyz
Não lutes contra ti esse é o chão
Onde o medo aprende a mandar
Toda guerra começa na mão
Que insis...
Há 3 semanas


