Eu vivo apertando a alegria
Na guaiaca do meu sorriso
E passo dançando com a guria
Até fazer um buraco no piso
Fico com um olho sobre-aviso
E outro olho na preocupada tia
Vejo ela balançando o guiso
Enquanto com prenda me divertia
Ensaio o compasso de boa vaneira
Vejo candeeiro no olho da prenda
E caso com ela na segunda-feira
Ainda tem a gaita de botão do Adão
Quero ver se vendo para pagar o dote
Mas daí na festa não terá vaneirão nem xote
Wasil Sacharuk e Decimar Biagini
A Arte não se explica
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A Arte não se explica, pelo poeta consciencial Decimar
Todo mundo sabe quando a beleza aparece no olhar
mesmo sem saber direito o que é arte pra explicar
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Há 2 meses
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